| Libertando-se
do Homossexualismo
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I)
INTRODUÇÃO
II) ARGUMENTOS A FAVOR DO HOMOSSEXUALISMO
III) CAUSAS, DESENVOLVIMENTO E CONSEQÜÊNCIAS DO HOMOSSEXUALISMO
IV) O QUE A BÍBLIA DIZ
V) PASSOS PARA A CURA
VI) A MÍDIA (PRÓ E CONTRA)
VII) ALGUMAS PERGUNTAS
VIII) A IGREJA E OS HOMOSSEXUAIS
I - INTRODUÇÃO
Devido ao crescente interesse da sociedade pelo homossexualismo e à
contínua imposição desse comportamento pela mídia
televisiva, impressa e radiofônica, além de toda literatura
que ocupa as principais prateleiras das livrarias e bancas de jornais,
decidimos realizar este trabalho.
Este trabalho tem por objetivo esclarecer algumas das principais dúvidas
sobre o tema e desfazer alguns mitos propositadamente criados pelos militantes
do movimento gay. Nosso desejo é que cada pessoa que tiver acesso
a este material possa examiná-lo de mente aberta e compreender
que o homossexualismo jamais dará a última palavra na vida
daqueles que buscam em Deus a porta de saída. Se isso acontecer,
já nos sentiremos recompensados. Boa leitura!
II - ARGUMENTOS A FAVOR DO HOMOSSEXUALISMO
Muitos argumentos a favor do homossexualismo têm sido levantados
para justificar e/ou explicar porque alguém sente atração
por pessoas do mesmo sexo. Dentre os mais comuns destacam-se os seguintes:
1. "Homossexualismo é genético"
As pessoas que utilizam este argumento afirmam que há "causas biológicas"
para o homossexualismo. Segundo esse argumento, os homossexuais (tanto
homens como mulheres) já nascem assim. Quem defende esta idéia
procura sempre transmitir uma aparência de verdade cientificamente
comprovada e inquestionável. Estudos para provar que o homossexualismo
é genético já foram feitos, mas sem qualquer êxito.
Muitos cientistas - alguns dos quais homossexuais e simpatizantes - têm-se
esforçado em achar qualquer prova, mas tudo o que conseguiram foi
fortalecer o fato de que o homossexualismo não é genético.
2. "Homossexualismo não é doença"
Se há uma coisa que causa verdadeira cólera entre os defensores
da militância gay é dizer que o homossexualismo é
doença. Não é necessário nem utilizar a palavra
doença. Basta dizer que não é normal ou que tem
cura, para que eles logo se manifestem.
O que a maioria das pessoas não sabe é que até 1973
a Organização Mundial de Saúde (OMS), entidade ligada
à ONU, afirmava que homossexualismo era distúrbio psicológico.
Essa declaração só foi removida depois de muitas
pressões dos movimentos de militância gay e dos homossexuais
infiltrados nas altas rodas do poder. Não houve nenhuma razão
científica para essa modificação. No Brasil, o Conselho
Federal de Psicologia (CFP) baixou uma resolução em 23 de
março/99 proibindo os psicólogos de dizerem para os homossexuais
que eles podem ser ajudados a mudar sua orientação sexual
3. "A Psicologia admite o homossexualismo como natural"
Existem alguns psicólogos que incentivam a prática homossexual.
Isso não deve causar admiração alguma, pois alguns
homossexuais e simpatizantes da causa gay buscam os cursos de psicologia
visando equilibrar sua própria vida emocional e acabam tornando-se
os principais incentivadores destas práticas junto àqueles
que os procuram na esperança de mudar.
Contudo, a psicologia encara o homossexualismo como comportamento adquirido
e para isso fornece diversas razões. Alguns psicólogos procuram
levar seu paciente à mudança de comportamento. Isso nem
sempre é possível utilizando apenas os conhecimentos da
psicologia, mas há diversos casos de sucesso registrados.O próprio
Sigmund Freud, o pai da psicanálise, encarava o homossexualismo
como perversão.
4. "Eu nunca consegui prazer com pessoas do sexo oposto"
Isso não é difícil de entender. É a mente
que responde prazerosamente ou não aos estímulos físicos
através da visão, audição, tato etc. Se uma
pessoa começa a se relacionar com outra do mesmo sexo e alcança
prazer, ela será auto-estimulada a repetir o ato em busca de mais
prazer. Cada vez que essa pessoa praticar o homossexualismo e alcançar
prazer, estará reforçando o hábito, até chegar
ao ponto de não se interessar mais pelo sexo oposto, pois sua mente
já foi condicionada pelo prazer homossexual. Entretanto, do mesmo
modo que o comportamento homossexual foi adquirido, poderá ser
revertido.
5. "E o hermafrodita?"
Quem chega levantar esse tipo de argumento já provou que não
entende nada de homossexualismo, menos ainda de hermafroditismo.
Hermafrodita é a pessoa que nasce com duas genitálias, ou
seja pênis e vagina. Essa anomalia se dá na formação
do feto, mais especificamente na hora de definir o sexo do bebê.
Mas, preste muita atenção: apesar de o bebê nascer
com, aparentemente, dois órgãos sexuais, ele só manifestará
uma prevalência sexual (no hermafrodita uma genitália é
falsa e outra é verdadeira) . E será justamente essa prevalência,
somada aos exames médicos sobre sua constituição
orgânica que definirão qual dos dois sexos deverá ser
operado e inutilizado.
Na maioria das vezes só o órgão correspondente à
sua verdadeira sexualidade nasce no tamanho normal. O outro é atrofiado.
Muitas vezes, definida a sexualidade daquela pessoa, ela exercerá apenas
o seu papel sexual de homem ou de mulher - nunca os dois.
Como esses casos são raríssimos e não justificam
o homossexualismo nem mesmo na vida dos portadores dessa anomalia, é
tolice querer justificar o comportamento gay/lésbico de milhares
de pessoas fisicamente saudáveis utilizando tal argumento.
III
- CAUSAS, DESENVOLVIMENTO E CONSEQÜÊNCIAS DO HOMOSSEXUALISMO
1. Causas
São diversas as causas do homossexualismo, porém sempre
ligadas à vida emocional e espiritual. Há pessoas que foram
iniciadas no homossexualismo quando eram crianças - na maioria
das vezes por um adulto da família ou vizinhança. Outras
pessoas foram vítimas de abuso sexual. Outros, ainda, cresceram
em famílias desequilibradas, onde os papéis do pai ou da
mãe estavam trocados ou indefinidos. Muitos gays e lésbicas
trazem em seu histórico uma mãe dominadora e/ou um pai apagado.
Quando o homossexualismo não é fruto de aliciamento ou violência
sexual, sua causa mais comum é o desequilíbrio da família.
Não poderíamos deixar de citar as causas espirituais do
homossexualismo. São inúmeros os casos de homens e mulheres
que nunca sentiram qualquer atração por pessoa do seu próprio
sexo, mas que depois de certos rituais religiosos começaram a manifestar
tendências homossexuais e passaram a praticar o homossexualismo.
Estes relatos vêm especialmente de pessoas envolvidas com umbanda,
candomblé, espiritismo e religiões afins.
2. Desenvolvimento
Cada pessoa desenvolve a homossexualidade de uma forma. Umas começam
a utilizar roupas e acessórios do sexo oposto, ou seja, meninos
que gostam de vestir roupas da mãe ou irmãs, passar batom,
brincar só com bonecas etc. Meninas que só vivem brincando
com meninos, têm todo jeito de menino e gostam de usar as coisas
do pai.
Todavia, não podemos ser ingênuos ao ponto de pensar que
todo mundo que se torna gay ou lésbica começa assim. Pelo
contrário, há meninos muito masculinos e meninas muito femininas
que podem vir a assumir a homossexualidade mais tarde. E outros que, mesmo
tendo as atitudes que acabamos de descrever, não se tornarão
homossexuais. Mesmo assim, os pais têm que estar atentos, mas sem
pânico.
Existem pessoas que sentem tremenda atração gay ou lésbica,
mas não admitem. Por isso tornam-se os inimigos nº1 dos homossexuais
quando estão em público. Fazem piadas depreciativas, xingam,
batem etc. Mas no fundo gostariam de praticar o homossexualismo, apesar
de não perceberem isso conscientemente.
Outros lutam em silêncio, mas uma vez exaustos, assumem publicamente
a homossexualidade. O mesmo acontece com os que não se declaram
homossexuais, mas levam uma vida ativa em boates, saunas, bares, "points" em
geral.
A maioria das pessoas heterossexuais (não gays ou lésbicas)
pensa que todo homossexual tem o estereótipo popularmente conhecido
como "bichinha" e toda lésbica é "sapatão" (machona).
Isso é outro mito. É verdade que esse estereótipo
existe, mas não se aplica a todos. Muitos homossexuais poderiam
ser considerados "machões" à primeira vista e muitas lésbicas
verdadeiras "musas".b As aparências enganam, e muito!
Outro mito popular é que o passivo é mais gay que o ativo,
ou seja, quem faz papel de "mulher" na relação sexual é
mais homossexual que o que faz papel de "homem". É importante lembrar
que HOMOSSEXUAL significa "pessoa que sente atração por
outra do mesmo sexo", independente do papel que ela desempenha na cama.
Além disso, a maioria dos homossexuais apesar de ter sua preferência,
não é exclusivamente ativo ou passivo em todos os seus relacionamentos.
A maioria, senão todos, já desempenha ou ainda vai desempenhar
ambos os papéis. Isso vale para gays e lésbicas.
Há casos absurdos de vício homossexual. Só para exemplificar,
gostaríamos de citar o seguinte:
Um caso comovente foi o que nos contou o pastor Antônio Carlos da
Igreja Presbiteriana da Barra, RJ. Ele nos disse que certa vez estava
evangelizando um rapaz que tentou convidá-lo para "sair" quando
ele fazia caminhada numa praia do Rio. Foi quando ouviu do rapaz a seguinte
confissão: "Sabe, apesar de ter tentado te conquistar, eu estou
desesperado, porque quero sair do homossexualismo e não consigo.
Quando transei com um homem pela última vez, quase vomitei. Mas
não consigo evitar a compulsão."
Graças a Deus e à compaixão que o pastor Antonio
Carlos sente em seu coração pelos homossexuais, o jovem
foi evangelizado e entregou sua vida a Jesus Cristo, encontrando-o alguns
dias depois e contando o que Deus estava realizando em sua vida.
Há muitos outros casos que demonstram a angústia daqueles
que desenvolveram hábitos homossexuais ao longo de suas vidas
(Palavras dadas ao MOSES) .
3.Consequências.
As primeiras conseqüências do comportamento gay/lésbico
são o agravamento dos sentimentos de culpa, solidão e depressão.
Apesar do prazer momentâneo de relação sexual, o homossexual
não consegue evitar as angústias causadas por seu comportamento.Por
causa disso, muitos homossexuais se entregam a inúmeras aventuras,
trocando de parceiros constantemente e correndo o risco de contrair doenças
venéreas e AIDS.
Além disso, correm risco de vida por saírem, na maioria
das vezes, com pessoas que não conhecem. As estatísticas
brasileiras são claras: "A cada três dias morre um homossexual
violentamente."
Mas, as conseqüências podem ser tão variadas quanto
os tipos de pessoas que praticam o homossexualismo. Por isso, há
muitos que se entregam às drogas e ao álcool. Aliás,
álcool, drogas e homossexualismo são como o famigerado Triângulo
das Bermudas: muitos que entram em seu território, nunca mais
retornam.
Além das conseqüências de ordem pessoal existem outras.
A família sofre um golpe terrível ao descobrir que um dos
seus membros é gay ou lésbica. A sociedade sofre porque
o homossexualismo propicia práticas nada saudáveis como
a pornografia, as drogas, o alcoolismo, a promiscuidade, a confusão
mental (principalmente para as crianças), a prostituição
etc. Quem paga a conta é sempre o contribuinte que acaba tendo
seu imposto aplicado nas internações hospitalares, programa
de recuperação química, encarceramento e outras
iniciativas do governo que visam restaurar o que o submundo homossexual
destruiu.
A própria AIDS que não é (diga-se de passagem) doença
de homossexuais, apareceu primeiramente entre eles e depois espalhou-se
por toda a sociedade por causa das trocas indiscriminadas de parceiros.
A coisa acontece mais ou menos assim:
Um homossexual que tem AIDS transa com outro homossexual enrustido ou
bissexual. Esse contrai a doença e depois transa com a esposa ou
namorada. Um dia ele conhece outro homem e se relaciona com ele. Sem saber,
transmite-lhe o vírus. Esse homem acaba transando com outras pessoas,
e o ciclo continua.
Não poderia haver, do ponto-de-vista social, uma conseqüência
mais desastrosa do que essa para a promiscuidade em que se encontra a
nossa sociedade. Enquanto a mídia dá o seu colorido a essas
práticas, muitas famílias entram no luto por causa da perda
de seus queridos.
IV- O QUE A BÍBLIA
DIZ
Antes de procurarmos saber o que diz a Bíblia sobre o homossexualismo,
seria bom sabermos o que a Bíblia diz de si mesma e por que ela
é tão relevante nessa discussão.
Em primeiro lugar a Palavra de Deus diz que "toda Escritura é divinamente
inspirada por Deus e apta para o ensino, para a repreensão, para
a correção, para a educação na justiça..."
( 2Tm 3.l6). Jesus mesmo deu testemunho da singularidade das Escrituras
Sagradas, utilizando-as para vencer as tentações no deserto
e correlacionando seus ensinos, milagres e missão redentora ao
que a lei, os profetas e os salmos disseram.
A Bíblia é a última palavra em matéria de
fé e conduta. É interessante como todas as ciências
tomam emprestado da Bíblia, mas a Bíblia não toma
emprestado de ninguém. Ela é tão suprema e imutável
quanto Aquele que a inspirou. Não se conforma aos nossos pontos-de-vista,
mas exige que nós nos conformemos a ela. Por isso, jamais poderia
ser ignorada ao tratarmos de um tema tão relevante como o homossexualismo.
Agora que já entendemos que papel a Palavra de Deus deve desempenhar
em nossa vida, vejamos o que ela tem a dizer sobre o tema em questão
enumerando seus ensinos para facilitar:
1. "Não tendes lido que o Criador desde o princípio
os fez homem e mulher...?"
A indagação é do próprio Jesus em Mateus 19.4
e deixa claro que o homossexualismo contraria a intenção
original do Criador, que nunca muda.
2. "Com homem não te deitarás, como se fosse mulher:
é abominação"
A declaração é de Deus, dada a Moisés em Levítico
18.22 e deixa claro que Deus não admite a relação
homossexual sob hipótese nenhuma.
3. "Ao anoitecer vieram dois anjos a Sodoma, em cuja entrada estava
Ló assentado; este, quando os viu, levantou-se e, indo ao seu encontro,
prostrou-se, rosto em terra... instou-lhes muito, e foram e entraram em
casa dele... Mas, antes que se deitassem, os homens daquela cidade cercaram
a casa, os homens de Sodoma, assim os moços como os velhos, sim,
todo o povo de todos os lados; e chamaram por Ló, e lhe disseram;
onde estão os homens que à noitinha, entraram em tua casa?
Traze-os fora a nós para que abusemos deles... Porém os
homens, estendendo a mão, fizeram entrar Ló, e fecharam
a porta; e feriram de cegueira aos que estavam fora, desde o menor até
ao maior, de modo que se cansaram à procura da porta... Então
fez o Senhor chover enxofre e fogo, da parte do Senhor, sobre Sodoma e
Gomorra. E subverteu aquelas cidades e toda a campina, e todos os moradores
das cidades, e o que nascia na terra." ( Gn l9 ).
Este texto dispensa comentários, mas está completamente
de acordo com o próximo texto, sendo que o primeiro está
no Velho Testamento e o segundo no Novo Testamento, provando que Deus
não mudou como querem alguns, e que a Bíblia é una
e sem contradições.
4. "Por causa disso os entregou Deus às paixões infames;
porque até as suas mulheres mudaram o modo natural de suas relações
íntimas, por outro contrário à natureza; semelhantemente,
os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram
mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens,
e recebendo em si mesmos a merecida punição do seu erro" (
Rm 1.26 e 27 ).
Diante de tudo isso, como pode alguém dizer que a Bíblia
não fala sobre homossexualismo ou que aprova o comportamento gay?
Todas essas passagens são apenas uma pequena parcela de tudo quanto
a Bíblia tem a dizer contra esse tipo de comportamento.
A Bíblia não apenas condena o homossexualismo. Ela também
oferece esperança real ao homossexual. O pecado não é
mais velho do que a graça de Deus. Pelo contrário, a graça
de Deus é inseparável do próprio Deus. É por
isso que na igreja do primeiro século já havia homossexuais
transformados pelo poder do evangelho.
Observe o que disse o apóstolo Paulo à igreja que estava
na cidade de Corinto, na Grécia, país em que o homossexualismo
e a pedofilia eram considerados normais:
"Ou não sabeis que os injustos não herdarão o Reino
de Deus ? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras,
nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas... Tais fostes alguns
de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas
fostes justificados em nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito
de nosso Deus."(1 Co 6.9-11 ).
É maravilhoso saber que há perdão e cura para o homossexual.
O mesmo Deus que projetou e executou a criação do homem
e da mulher é plenamente capaz de consertar o que o pecado danificou.
O homossexualismo não precisa ser a última palavra na vida
de ninguém. Deixe que Jesus dê a última palavra: "Se
vós permanecerdes na minha Palavra, sois verdadeiramente meus discípulos;
e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará"(Jo 8.3l e
32).
V- PASSOS PARA A CURA
Alguns tipos de estilo homossexual são: os assumidos, os enrustidos
e os iludidos.
Os assumidos são os que decidiram reconhecer sua própria
homossexualidade e tornaram-na pública. Não tem constrangimento
em agir como gays ou lésbicas abertamente.
Os enrustidos são os que, mesmo reconhecendo-se homossexuais, não
agem como tais quando em público. Praticam o homossexualismo, mas
disfarçam sua condição.
Os iludidos são aqueles que praticam o homossexualismo, mas "juraram"
para si mesmos que não são e jamais serão homossexuais.
Isso acontece principalmente com os gays ativos (que fazem papel de homens
na relação) e lésbicas passivas ( que desempenham
papel de mulher). Apesar de se esforçarem para não assumir
sua homossexualidade, essas pessoas são homossexuais com todas
as letras. Simplesmente não aceitam seu próprio comportamento,
mas também não o deixam.
Relacionamos, abaixo, alguns passos que qualquer um precisará levar
em consideração para alcançar a libertação
completa das práticas homossexuais:
1º- Passo: reconheça que você tem sido realmente homossexual,
mesmo não desejando mais isso;
2º- Passo: reconheça que você não nasceu gay
ou lésbica, mas adquiriu esse comportamento por influências
externas e carências internas e que, por isso, pode mudar;
3º- Passo: reconheça que ao praticar o homossexualismo,
bem como outros maus comportamentos, você pecou contra Deus e precisa
de Seu perdão. Arrependa-se e busque sinceramente a face de Deus;
4º- Passo: nunca duvide do amor e da graça de Deus, os quais
foram plenamente colocados ao seu alcance pelo sacrifício de Jesus
Cristo na Cruz do Calvário;
5º- Passo: entregue-se totalmente a Cristo e rompa com todo tipo
de compromissos com o estilo de vida homossexual - inclusive amizades
que podem te enfraquecer -, objetos, espíritos, ídolos
etc.;
6º- Passo: participe de uma igreja evangélica que prega
a palavra de Deus em sua totalidade, onde Jesus Cristo seja adorado exclusivamente.
A convivência com cristãos comprometidos com Deus e nos quais
você possa confiar é fundamental;
7º- Passo: procure um pastor que entenda do assunto para marcar
um horário para aconselhamentos. Esses encontros poderão
ministrar cura emocional e renovação espiritual. Um psicólogo
cristão pode ser de grande valia, mas escolha seu psicólogo
tão criteriosamente quanto escolhe o seu pastor;
Cada um desses passos jamais poderá substituir sua comunhão
diária com Deus. Isso significa que sua vitória tem que
passar pela oração e leitura bíblica diárias.
Sem esse contato diário com Deus, você não se alimentará
espiritualmente e obviamente enfraquecerá. Tudo isso pode parecer
simples demais, mas da mesma forma que é relativamente simples
o desenvolvimento da homossexualidade, a libertação também
o é, mesmo que cause alguma tensão inicialmente.
VI- A MÍDIA (PRÓ E CONTRA)
Ninguém pode negar que a questão gay esteja mais presente
na mídia atual do que em toda sua história. Os jornais,
a TV, as revistas e tantos outros meios de comunicação têm
dado ampla cobertura a todo e qualquer pronunciamento dos movimentos de
emancipação homossexual, bem como eventos, points, manifestações
etc.
Isso é tanto um reflexo do que está acontecendo na sociedade
como um terrível incentivo à homossexualização
da mesma. Muitas pessoas, por causa da curiosidade ou mesmo porque o homossexualismo
está em "moda", estão experimentando o comportamento gay/lésbico
e ficando presas na sua teia.
Tendo isso em mente, cuidado com o que você lê. Alimente-se
com boa literatura. Se necessário fôr, escreva às
editoras manifestando-se contra essa onda de notícias pró-homossexualismo.
Se não houver resposta positiva, boicote seus produtos. A maioria
dessas editoras só entendem a linguagem do IBOPE.
VII - ALGUMAS PERGUNTAS
1. Só é homossexual quem faz o papel passivo (o de
mulher) e nunca quem faz o papel ativo (o de homem) numa relação?
Não. Uma pessoa (homem ou mulher) que transa com outra do mesmo
sexo, independente do papel que pratique no momento, é considerada
biblicamente homossexual. Aliás, ser ativo ou passivo pode ser
só uma questão de tempo.
2. Os ex-homossexuais que ainda carregam trejeitos são menos
libertos do que os ex-homossexuais que não carregam nada em sua
aparência que lembre o passado?
Não. A limpeza do coração quase nada tem a ver com
aparência. Um rapaz crente pode ter ainda alguns trejeitos femininos
e, no entanto, já ter sido totalmente liberto das práticas,
pensamentos e sentimentos homossexuais. A mesma coisa pode acontecer com
uma moça que tenha sido lésbica. Por outro lado, a experiência
mostra que há rapazes e moças nas igrejas que foram homossexuais,
não carregam nenhum trejeito, mas podem estar ainda envolvidos
com sentimentos e práticas homossexuais.
É melhor que quem viveu o homossexualismo busque cura também
para sua aparência. Mas que isso não se constitua no "argumento"
para julgamentos infundados, pois "O homem vê o exterior, porém
o Senhor, o coração". (1 Sm 16.7)
3. Alguém que foi homossexual pode, depois de convertido,
ainda sentir circunstancialmente atração por pessoas do
mesmo sexo?
Sim. Mas a comunhão diária com Deus, a oração,
a meditação bíblica e a convivência com irmãos
sinceros e piedosos na igreja vai, dia-a-dia, curando os sentimentos desvirtuados
pelo pecado. Aquilo que não começou da noite para o dia,
em geral, também não acaba da noite para o dia. O interessante
é que o processo usado por Deus para a cura, além de restaurar
a sexualidade, cura também nossa personalidade, caráter,
convivência familiar e social.
4. Namoro ou casamento é prova de que o homossexual está liberto?
Pode ser, quando o ex-homossexual (ou a ex-lésbica) passou pelo
processo de libertação e cura. Isso acontece quando o coração
é limpo pela graça e a imagem e semelhança de Deus
reaparece em sua vida. Nesse caso, o namoro e o casamento são a
coroação da vitória dos que viveram o homossexualismo.
Mas, por outro lado, namoro ou casamento pode ser uma tentativa de fuga
do próprio homossexual quando não assume o problema para
ser ajudado. Pode ser também um arma falsa com a qual responde
às pressões da família, da sociedade e da igreja
(que constantemente pressiona o ex-homossexual para o matrimônio
julgando, com isso, ajudá-lo no ajuste de sua sexualidade).
VIII- A IGREJA E OS HOMOSSEXUAIS
O preconceito de muitos crentes, infelizmente, leva-os a uma postura
de completa ignorância a respeito do homossexualismo e de como lidar
com os homossexuais que se convertem a Cristo. Por isso, muitos homossexuais
sofrem calados depois de sua decisão por Cristo. Apesar de precisarem
muito de apoio, acabam se fechando por falta de amor cristão firme
e compassivo. Esses dois traços do amor têm que estar presentes,
tanto a firmeza quanto a compaixão.
Mas, graças a Deus, várias igrejas já aprenderam
a lidar com esses novos crentes e têm sido verdadeiras agentes de
cura e libertação. Pastores esclarecidos e fiéis
à Palavra de Deus têm ajudado muito essas pessoas. Alguns
têm até fundado centros de recuperação especializados
na libertação de gays e lésbicas. Outros têm
se especializado em aconselhamento e em toda parte estão surgindo
iniciativas de cristãos interessados em ajudar homossexuais a terem
uma vida normal. A igreja, na pessoa de seu pastor e de seus membros,
exerce papel fundamental na transformação de homossexuais.
Não há sobre a terra outro segmento que possa oferecer mudança
tão real e permanente para os homossexuais como a Igreja.
E isso porque o seu poder não vem de si mesma, mas daquele que
a instituiu. Jesus mesmo disse sobre a Igreja: "... e as portas do inferno
não prevalecerão contra ela."(Mt. 16:18).
A Igreja não pode tolerar o homossexualismo em suas fileiras, mas
é seu dever receber todo e qualquer homossexual com amor. Precisa
orar e trabalhar pela evangelização e libertação
desse segmento cada vez mais evidente em nossa sociedade.
Pastores e Igrejas que criam obstáculos à libertação
dessas pessoas darão contas a Deus na mesma proporção
que pastores e Igrejas que aceitam liberalmente a prática do homossexualismo.
Nenhum homossexual ao converter-se pode ficar fora do convívio
da igreja, mas deve submeter-se à orientação pastoral
para seu próprio bem-estar espiritual, emocional e social.
É muito comum o homossexual que se converte enfrentar crises em
dados momentos. A igreja deve estar preparada para lidar com os altos
e baixos durante o processo de libertação. Nunca deve exigir
nem insinuar a necessidade de qualquer namoro/casamento heterossexual.
A própria pessoa deverá decidir quando e com quem namorar
e casar. Casamento não cura homossexualismo. Deve ser conseqüência
da cura e tem que ser decidido por livre e espontânea vontade. O
ex-homossexual pode, inclusive, optar por ficar solteiro sem que isso
represente dúvida em sua nova vida.
O ex-homossexual não deve se fazer de coitadinho (autocomiseração)
esperando a atenção dos outros. Deve, pelo contrário,
ser autêntico e lutar por sua própria libertação,
enquanto também faz novas e saudáveis amizades dentro da
igreja.
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